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Como planear uma viagem independente

Planear uma viagem independente

Uma boa preparação é a base fundamental para uma viagem inesquecível. E não haverá ninguém melhor para o fazer do que o próprio viajante, uma vez que é ele que conhece melhor os seus gostos e interesses. Mas antes de começar a planear uma viagem independente deve ter em mente que a qualquer momento, e consoante o decorrer do planeamento, pode haver necessidade alterar o plano inicial.

Confesso que esta é a forma que mais gosto de viajar. Para mim viajar começa no exacto momento que inicio o planeamento da minha viagem, mas também sei que para muitos esta é uma parte aterradora e desconfortável. Como tal, decidi fazer este artigo, relatando a minha forma de planear uma viagem.

Se quiser saber um pouco mais sobre uma viagem organizada por nós, não deixe de ler o nosso artigo Viagem por Roma, Florença e Pisa

Começar a planear uma viagem independente

Data e Budget

Quando inicio a planear uma viagem independente começo por escolher a data e o budget. Normalmente faço uma viagem de inverno e uma de verão. Logo consoante a data que tenho à minha frente decido quais os destinos que melhor se adequam ao tipo de férias que pretendo fazer, tendo em conta também as minhas preferências pessoais . Tendo já reduzido as minhas opções, tento fazer um “estudo” para perceber os valores que gastarei com alojamento e alimentação e que estarão dentro do orçamento. Depois disso, é só decidir se prefiro gastar um bocadinho mais, num país com um custo de vida mais caro, mas que preenche mais as minhas medidas. Ou gastar um bocadinho menos, para puder depois usufruir de outros extras na viagem. E a partir daí fico com o destino praticamente escolhido, tendo só que adequar o destino ao tempo disponível para a viagem.

 

Voos

Depois de escolhido o destino, a data e o budget há que passar às reservas dos voos e do alojamento.
Geralmente começo pelos voos e o que faço é procurar um motor de busca que combine as diferentes companhias aéreas, para ter uma ideia geral do que existe. Depois de me decidir pela companhia aérea e voo que quero, vou ao site da companhia para efectivar a compra. Sei que há muita gente que compra os voos nesses sites e aplicativos, mas confesso que prefiro comprar à companhia aérea.
Os motores de busca que utilizo são Skyscanner e o  Momondo.

Caso queira um pouco mais de informação sobre reservas de voo para mais de um local, não deixe de ler o post da Josí, O que é Stopover? Como viajar para mais de um lugar com uma passagem aérea?

Alojamento

Feita a reserva do voo, e continuando  a planear a minha viagem independente começo a pesquisar o alojamento. Aqui utilizo sempre a mesma plataforma, o Booking, de todas as que já experimentei é aquela que mais gosto. Pois para além de oferecer as melhores vantagens, é a mais intuitiva na hora da pesquisa e ainda a que facilita o cancelamento na maior parte dos casos.

 

Guia de Viagem

O próximo passo é fazer o meu Guia de Viagem, geralmente começo por comprar um guia de viagem (livro), para tirar ideias, faço pesquisas na net, consulto outros blogs e falo com amigos que tenham visitado o local. Tendo esta informação toda parto para elaborar o meu itinerário, onde começo por ir ao google maps e colocar todos os pontos de interesse, de modo a perceber onde eles se localizam. Posto isto, começo a organizar o meu roteiro, tendo em conta os dias de viagem e os pontos de interesse próximos uns dos outros. Geralmente faço uma breve descrição de cada uma das atracções que pretendo visitar. Para além disso costumo pesquisar também locais para comer, dedicando uma secção só a este tema.

De notar, que apesar de todo este trabalho a fazer o meu guia, a verdade é que não fico apegada a ele e nem sempre seguimos o que pré-definimos e no decorrer da viagem vamo-nos permitindo a re-definir o itinerário.

 
 
Leio muitos blogs quando estou a organizar uma viagem mas há alguns que recomendo, nomeadamente Alma de Viajante (do Filipe Morato Gomes), o Viaje Comigo (da jornalista Susana Ribeiro) e o Projecto 101 Países – (dos brasileiros Gabi Moniz e Fabrício Faria). 
Ler roteiros de outros blogs ajuda-nos a agrupar ideias e a seleccionar o que nos interessa ou não adicionar ao nosso roteiro. O artigo Visitar o Porto é um exemplo perfeito de um roteiro repleto de informar útil para quem pretende iniciar o seu próprio roteiro.
 

Bilhetes para atracções

Outro cuidado que tento sempre ter é ver quais as atracções que quero mesmo ver e compro os bilhetes on-line. Em muitos locais é mesmo uma mais valia, pois para além de nos livrar das filas, geralmente fica mais barato, havendo até sites que dão descontos. Por exemplo, quando visitei Londres encontrei em um site em que conseguia 2 bilhetes pelo preço de um.
 
 
 

Documentação

O passo seguinte é pesquisar e tratar de toda a documentação necessária e verificar as validades de todos os documentos a levar. Para os cidadãos da UE basta o cartão de cidadão, fora deste espaço é necessário o passaporte e para alguns destinos ainda um visto. Não esqueça que o passaporte deve ter uma validade de pelo menos 6 meses.

 

Consulta do viajante

Outro passo importante é verificar se é necessário algum cuidado de saúde especial e consequente consulta do viajante. Nesta será visto por um especialista que lhe dará um conjunto de conselhos imprescindíveis sobre os cuidados e procedimentos que terá que ter.

Seguros

Quando a data da viagem se começa a aproximar começo a ver a necessidade de fazer ou não um seguro de viagem. Confesso que antes de engravidar nunca tinha feito, mas quando viajei grávida fi-lo pela primeira vez e a verdade é que nos dá outra segurança. Contudo, se viajarmos dentro do EU, pudemos e devemos fazer o Cartão Europeu de Saúde, que é gratuito e nos dá logo uma segurança.

Outros

Por fim, só falta mesmo fazer a reserva do parque de estacionamento do aeroporto. Claro que este passo pode ou não aplicar-se, mas geralmente vou de carro até ao aeroporto e deixo-o lá até ao regresso.

Posto isto é só aguardar ansiosamente pela data e depois usufruir ao máximo, tendo sempre em mente que o mais belo de viajar é deixar-se levar pelo local e pelas suas gentes e que o roteiro por nós idealizado pode sofrer alterações e que não há nenhum problema nisso. Aliás é isso que torna as viagens tão interessantes e surpreendentes.

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21 thoughts on “Como planear uma viagem independente
  1. Sempre que viajo, eu procuro programar tudo com muita antecêdencia, porque viajar sem organização é a receita do fracasso.Suas dicas são fundamentais para que tenhamos uma viajem sem surpresas desagradáveis. São detalhes que não podemos esquecer,bjus.

  2. Eu e umas amigas chegamos a pensar numa viagem independente (até agora só viajamos em excursões), mas infelizmente não a planejamos ainda. Vou salvar este post para mostrar às amigas suas dicas. Sozinha eu não me atrevo a viajar, preciso convencer o marido.

  3. Oi minha linda! Ótimas dicas para organizar uma viagem independente. Eu gosto de comprar as passagens por apps mesmo pq aproveito descontos e promoções. Seguros são super importantes… Amo tbm aplicativos para garantir a hospedagem.
    Facilitam bastante.

    Beijos,
    Paloma Viricio💙💫

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