Veneza será a primeira (espero que de muitas) cidades que vos falarei. Assim, no “Visitar Veneza” tentarei falar um pouco do local.

Posso-vos dizer que não foi de todo uma cidade que me tenha encantado. Foi um dos locais que visitei durante a minha lua-de-mel e realmente fiquei um pouco desiludida. Apesar de tudo decidi que devo dar uma segunda oportunidade a esta cidade e se tudo correr como previsto regressarei lá este ano, para visitar outras áreas da cidade.
Conteúdo do artigo
Geografia
A cidade de Veneza divide-se em 5 áreas centrais, San Marco, San Polo e Santa Croce, Cannaregio, Castello bem como o Dorsoduro, das quais vos falarei pormenorizadamente mais à frente.
Esta cidade foi totalmente construída sobre a água e conseguiu sobreviver sem carros até ao século XXI. De notar, que poucas cidades possuem tantas atracções para quem as visita como Veneza.
História de Veneza
A cidade de Veneza foi fundada tradicionalmente no ano de 421, quando habitantes do nordeste da Itália se refugiaram nas várias ilhas formadas por dunas de areia, a noroeste do mar Adriático, fugindo das invasões bárbaras. Procurando segurança, escolheram instalar-se nas terras pantanosas da lagoa que se estende até à foz do rio Pó.
Para tornar o local habitável, os colonos construíram canais e pontes, drenaram as margens e cravaram estacas de madeira na lama do fundo das águas. Essas estacas serviram de base para plataformas que sustentaram muitas das construções da cidade. Assim nasceu Veneza, que se tornaria uma das cidades mais bonitas e singulares do mundo.

Mais tarde, durante o século XIII, Veneza entrou no seu período áureo, graças à sua posição estratégica entre o Oriente e o Ocidente, tornando-se uma das principais potências comerciais da Europa. A cidade dominava importantes rotas marítimas no Mediterrâneo e estabelecia intensas ligações comerciais com o Império Bizantino e o mundo oriental.
Contudo, com a descoberta do caminho marítimo para a Índia no final do século XV — que abriu uma nova rota de navegação pelo Atlântico — a cidade começou gradualmente a perder importância económica.
A situação agravou-se quando Napoleão Bonaparte invadiu e saqueou a cidade em 1797, pondo fim à sua independência. Durante alguns anos, Veneza foi alvo de disputa entre franceses e austríacos. Mais tarde, já no século XIX, após a assinatura do Tratado de Veneza (1866), a cidade passou definitivamente a integrar o território italiano.
A nossa dupla experiência a visitar Veneza
Dando a minha opinião pessoal (que vale o que vale), a cidade não me deslumbrou. É uma cidade muito cara, não se come bem (eu que adoro a bela cozinha italiana) além disso hotéis deixam muito a desejar. Posso dizer que paguei perto de 500€ por uma noite e fiquei numa bela de uma espelunca, no hotel La Fenice et des artistes. Tenho ficado em pensões de 30 euros em Portugal bem melhores. E os italianos (de Veneza) não são propriamente simpáticos.

Ainda assim, tenho que dizer que andei de Gondola (que também não é nada barato) e não achei que os canais tivessem mau cheiro. Além de que fiquei encantada com as lojas de altas marcas e com a beleza das igrejas. E sem dúvida que a Piazza de San Marco é um encanto.
Posteriormente, decidi dar outra oportunidade à cidade e regressei para visitar Veneza. Optei por percorrer as partes menos turísticas e ser eu a escolher o meu próprio hotel, em vez de deixar nas mãos de agências de viagem. Resultado? Passei a ver Veneza com outros olhos e a amar a cidade. A partir daí percebi que sou o género de viajante que prefiro visitar as áreas menos conhecidas e não tão turísticas das cidades.
E vocês já visitaram Veneza? O que acharam? Ou ainda querem visitar Veneza?
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Afiliados
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